Cantar pode, primariamente, servir como veículo para as sensações agradáveis ou desagradáveis. Às vezes, pode servir como compensação ou catarse simbólica. Mas, junto de qualquer destas utilidades ou independente delas, cantar sempre se constituirá em "canapés estéticos" disponíveis à degustação pela alma como antepasto do paraíso, onde tudo é lindo, tudo é bom, tudo é verdadeiro, tudo é possível, e onde a felicidade é sem fim.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Vossa majestade, o Momento!
É tão importante viver, discernir, ponderar, escolher e, às vezes, simplesmente, deixar ser um pouco. Nem tudo que planejamos é o melhor. Às vezes a vida nos dá de presente uma surpresa que nem teríamos bagagem pra sonhar, pra desejar, pra querer, pra fazer acontecer. Eu que amo um planejamento, um esquema, um desenho de futuro, um traçado prévio, um rascunho da obra, um fazer acontecer pra me sentir grande, fiquei pequenininha diante de uma surpresa. Voltando hoje pra casa e ouvindo uma coletânea de músicas que um sobrinho fez pra mim uma vez, ouvi algo que fala de viver o momento, coisa que nunca aprovei muito, afinal pensava que quem vivia de momentos nada construía, porém, lembrei de um momento que me permiti viver, foi como permitir fincar um alicerce que primeiro penetrou a superfície do solo frágil até encontrar rocha firme, acabou sustentando a construção de muita coisa. Os momentos têm seu valor, seu poder, sua graça, sua força, seu dom e a eles aprendi a ser sensível, respeitosa, acolhedora e finalmente grata, porque tudo passa, tudo é momento, tudo pode ser lindo, tudo pode ser grande, e mesmo que assim não seja, tudo nos pertence por um só instante antes de ser eterno, antes de decidirmos se queremos mais e de novo, antes da vida nos permitir multiplicar esse instante ou nos apresentar um outro, antes de ficar armazenado na lembrança ou crescer a olhos vistos como uma criança. De um jeito ou de outro, Vossa Majestade, o Momento, é imperativo, incisivo e contundente, se permitimos. Com momentos ruins perdemos tempo e energia, mas basta dessensibilizar, substituir o registro permitindo um fato novo e melhor. Com momentos bons ganhamos sempre, ou na memória ou em repetições reais. Ah! Os reais são bem melhores! E como são!
Amanhã Não Se Sabe
Composição: Sérgio Britto
Interpretação: LS Jack
Amanhã Não Se Sabe
Composição: Sérgio Britto
Interpretação: LS Jack
Como as folhas, como o vento
Até onde vai dar o firmamento
Toda hora enquanto é tempo
Vivo aqui neste momento
Hoje aqui, amanhã não se sabe
Vivo agora antes que o dia acabe
Neste instante, nunca é tarde
Mal começou e eu já estou com saudade
Me abraça, me aceita
Me aceita assim meu amor
Me abraça, me beija
Me aceita assim como eu sou
Me deixa ser o que for
Como as ondas com a maré
Até onde não vai dar mais pé
Este instante tal qual é
Vivo aqui e seja o que Deus quiser
Hoje aqui não importa pra onde vamos
Vivo agora, não tenho outros planos
É tão fácil viver sonhando
Enquanto isso a vida vai passando
Me abraça, aceita
Me aceita assim meu amor
Me abraça, me beija
Me aceita assim como eu sou
Me deixa ser o que for
Me abraça, me aceita
Me aceita assim meu amor
Me abraça, me beija
Me aceita assim como eu sou
Me deixa ser o que for
Até onde vai dar o firmamento
Toda hora enquanto é tempo
Vivo aqui neste momento
Hoje aqui, amanhã não se sabe
Vivo agora antes que o dia acabe
Neste instante, nunca é tarde
Mal começou e eu já estou com saudade
Me abraça, me aceita
Me aceita assim meu amor
Me abraça, me beija
Me aceita assim como eu sou
Me deixa ser o que for
Como as ondas com a maré
Até onde não vai dar mais pé
Este instante tal qual é
Vivo aqui e seja o que Deus quiser
Hoje aqui não importa pra onde vamos
Vivo agora, não tenho outros planos
É tão fácil viver sonhando
Enquanto isso a vida vai passando
Me abraça, aceita
Me aceita assim meu amor
Me abraça, me beija
Me aceita assim como eu sou
Me deixa ser o que for
Me abraça, me aceita
Me aceita assim meu amor
Me abraça, me beija
Me aceita assim como eu sou
Me deixa ser o que for
Fontes:
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Morrer
Morrer!
Deixar de ser.
Não fazer mais a diferença.
Não constar na sua agenda.
Virar pó.
E isso é só.
Perder a conexão.
Ter a certeza da ilusão.
Encarar o desconhecido.
Vestir outro tecido -
A capa da invisibilidade.
Mesmo que no quintal
Esteja a árvore,
No mundo esteja o filho,
E na estante esteja o livro.
Tudo é letra morta.
Fechada foi a porta.
Se não renasço
É um descaso,
Um “no sense”.
Pense!
Quero o sopro
De novo,
Do zero.
Ainda espero
O sol -
Um farol,
O calor,
Um sabor
De beijo no rosto,
De nada está posto.
Então faço,
Dou o passo
E desvio
O assovio
Da morte.
Que sorte!
Encontrei você
E fiz um dossiê
Da felicidade
Da nossa intimidade.
Agora posso ir.
domingo, 13 de maio de 2012
O extraordinário está no meridiano
O que há de extraordinário em sentir ou não sentir?
Não há.
O que há de extraordinário é o trânsito entre o sim e o não, a possibilidade de decidir, a liberdade de ser!
(14.12.09)
Não há.
O que há de extraordinário é o trânsito entre o sim e o não, a possibilidade de decidir, a liberdade de ser!
(14.12.09)
quinta-feira, 22 de março de 2012
Música nova? Boa? O que será?
Tem coisas que começam devagar, são até interrompidas, retomadas depois. Existem tantos começos...eufóricos, despretenciosos, planejados, enfim, até o que começa errado pode dar certo se Deus quiser, porque Ele transforma tudo. Humanamente, preferimos garantir o sucesso começando como achamos que é melhor, mas já vivi o bastante pra ver que não há garantias, mesmo fazendo um planejamento estratégico.
Confesso que não sei viver ao sabor do vento, tudo preciso sonhar, planejar, fazer acontecer, porém, não posso negar que muitas coisas importantes pra mim aconteceram sem minha direta intervenção.
O que está acontecendo parece algo bom e seguirei os próximos dias confiando no que diz um amigo..."quando a carroça começa a andar as abóboras se ajeitam". Quem sabe? Pode ser. Vamos ver.
Venha o que vier, eu sei que só guardarei o que for bom.
Quando definitivamente aprendi a fazer isto deixei de soluçar, de me queixar, de me desesperar, porque sei que tudo tem algo de bom e que disto me sirvo e me agrado, o resto faço virar fumaça e ofereço pra Deus que me devolve sempre em forma de presentes inesperados, que afagam minh'alma, que fazem meu olhos brilharem de novo.
Hora de dormir, porque "música" não é feita de emissão de sons o tempo todo, mas também de silêncios e pausas. Amanhã tem mais.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Amanhã virá a síntese cantada
A lógica capitalista é poderosa, perceptível principalmente quando ultrapassa os seus limites, os limites da relação econômica, da apropriação de bens e serviços para atingir sorrateiramente as relações humanas.
É normal que numa loja você seja abordado pelo vendedor, tecnicamente bem preparado, oferecendo-lhe através de uma pergunta inocente um paraíso ao alcance de suas mãos, mais precisamente do seu bolso, e você, um consumidor, tecnicamente bem ou mal preparado, sente-se tentado, persuadido a adquirir aquele quinhão do céu. Você já viu algum vendedor, bem ou mal preparado abordar alguém assim: "Você quer me dar R$209,00? Em troca lhe dou este livro maravilhoso."? Nunca. Com certeza. Porque a técnica do vendedor baseia-se no uso da persuasão e não do convencimento. Lembremos, persuasão apela para a emoção e sensação, já convencimento apela para a razão. Traduzindo, é o uso legitimado da manipulação, do controle, do subterfúgio, do maquiavelismo - os fins justificam os meios. Em vez disso você provavelmente veria uma abordagem maquiada, sutil, tal como "Você gosta desta área de leitura? Este livro traz as últimas descobertas da ciência, perfeito para sua atualização num mercado tão competitivo profissionalmente, onde quem sabe mais e primeiro garante seu espaço."
Perceba, que a necessidade é do vendedor - vender, atingir sua quota, conquistar cliente. Porém, ele inverte a posição de necessitado para o cliente. O orgulho faz muitas vezes e muitas pessoas usarem esse jogo no dia-a-dia. Para camuflar uma necessidade sua, uma fragilidade sua, montam jogadas para que o que lhe falta seja suprido pelo outro de forma que este sinta-se devendo-lhe uma paga. Essas pessoas são por demais orgulhosas para serem diretas e pedirem um favor quando se relacionam extraprofissionalmente. Dizer até que essas pessoas fazem uso da lógica capitalista nas relações pessoais quase que os inocenta, parece até que são "pobres inconscientes" da internalização que fizeram da lógica mercantilista. Não, não, não. Não os inocento. Só faz uso inescrupolosamente deste jogo os pouco conscientes de sua humanidade, os que não admitem "precisar"de alguém ou alguma coisa, os fracos, os covardes. Seria tão mais simples, tão mais honesto, tão mais digno, tão mais humanizador das relações, tão mais engrandecedor de ambos envolvidos - o que pede e o que "livremente" "decide" dar. Mas pessoas pouco amadurecidas preferem deixar o gosto amargo de uma relação gananciosa, utilitarista, do que construir laços de afeto, por si, gratuitos. E assim que o outro percebe o jogo e se afasta, o "vendedor" parte para outro cliente em potencial, mas seu jogo ele não abandona, afinal o que significava aquele "cliente" em sua vida?
Perceba, que a necessidade é do vendedor - vender, atingir sua quota, conquistar cliente. Porém, ele inverte a posição de necessitado para o cliente. O orgulho faz muitas vezes e muitas pessoas usarem esse jogo no dia-a-dia. Para camuflar uma necessidade sua, uma fragilidade sua, montam jogadas para que o que lhe falta seja suprido pelo outro de forma que este sinta-se devendo-lhe uma paga. Essas pessoas são por demais orgulhosas para serem diretas e pedirem um favor quando se relacionam extraprofissionalmente. Dizer até que essas pessoas fazem uso da lógica capitalista nas relações pessoais quase que os inocenta, parece até que são "pobres inconscientes" da internalização que fizeram da lógica mercantilista. Não, não, não. Não os inocento. Só faz uso inescrupolosamente deste jogo os pouco conscientes de sua humanidade, os que não admitem "precisar"de alguém ou alguma coisa, os fracos, os covardes. Seria tão mais simples, tão mais honesto, tão mais digno, tão mais humanizador das relações, tão mais engrandecedor de ambos envolvidos - o que pede e o que "livremente" "decide" dar. Mas pessoas pouco amadurecidas preferem deixar o gosto amargo de uma relação gananciosa, utilitarista, do que construir laços de afeto, por si, gratuitos. E assim que o outro percebe o jogo e se afasta, o "vendedor" parte para outro cliente em potencial, mas seu jogo ele não abandona, afinal o que significava aquele "cliente" em sua vida?
É até compreensível que nas relações de mercado, numa política liberal capitalista, isto seja tido como normal, correto e desejável. Afinal, poucos se propõem a questionar a realidade ou a buscar explicações das intrincadas redes social, econômica, política e cultural que se lhes apresenta. Aquele que busca um pouquinho sobrepairar ao seu contexto, sobrevoar o seu entorno, escalar um mirante, verá novos sentidos, novas direções, forças motrizes, limites, amarrações que antes não via. É preciso bater só um pouquinho as suas asas.
Agora, transferir a lógica capitalista, do "toma lá 1 e dá cá 2" para as relações interpessoais significa que um considera o outro um consumidor mal preparado na pior das hipóteses, também que o seu serviço jamais poderá ser gratuito, generoso, sempre terá um preço para o outro, além do que o seu valor não está em quem é, mas no que consegue obter de volta, em outras palavras, a pessoa que se comporta como vendedor nas relações interpessoais não tem um autoconceito muito bom, não sabe seu valor como pessoa única, particular, digna, mas apenas se dá valor "quando"e "quanto" troca, barganha, negocia o que "faz" pelo que "recebe". É até engraçado ver o corpo do "vendedor" falar quando consegue manipular, persuadir o outro a fazer o que ele queria sem ter que pedir, o peito estufa, o sorriso fica largo, muda de assunto tirando o foco da atenção da barganha.
Hoje um vendedor de "gentileza", orgulhoso demais pra admitir sua solidão, orgulhoso demais pra admitir sua necessidade e pedir um favor, tal qual um contratante de cortador de cana, ofereceu-me uma "agrado", aparentemnente despretencioso, mas parte de uma barganha amplamente arquitetada, com mais de um dia de antecedência inclusive, fazendo ontem o que nunca fez, senão mesmo por interesse escuso em outros momentos - uma ligação, uma pergunta preocupada: "Como você está? Melhorou?" Uma semana antes, num "inocente" e "aparentemente" preocupado relato lançou o argumento moral para persuadir-me a corresponder ao "seu" interesse: "Tem que visitar, não é só na hora que precisa". O discurso parece nobre, para quem não sobrevoa, para quem não conhece a miúde, para quem não é um consumidor preparado. O vendedor, acostumado a trocar bens por quinhões, ofereceu sua mesa ao "cortador de cana" pra depois, endividado, sentir-se obrigado a pagá-lo trabalhando quanto e quando dele exigisse. Vivi 4 anos num trabalho "cortando conflitos" onde alguns dias ou horas de folga me eram impostos e debitados num banco de horas para que me sentisse obrigada a trabalhar em qualquer horário e atividade como paga. Conheço bem essa lógica, submetí-me a ela como todo proletariado, mas com a diferença de ter consciência das intrincadas tramas do mercado de trabalho, nesse caso, ainda escravagista, apesar das leis neste país e da relativa fiscalização das autoridades legais. Conincidência ou não o vendedor de hoje viveu muitos anos da sua infância em instituição como essa em que trabalhei por 4 anos. Aprendeu a lição muito bem - do controle, do subjugo, da dominação e desaprendeu a gratuidade, a "pieguice" do amor.
Engraçado que pouco antes de chegar na casa do vendedor eu ouvia no som do carro "Dia especial" do grupo Pouca Vogal que simplifica o exposto, que traduz o avesso desta postagem, que me faz pensar que não sou única a questionar a lógica capitalista nas relações interpessoais e tampouco é um questionamento novo.
Pra ouvir e acompanhar:
Dia Especial
(Pouca Vogal)
Se alguém já te deu a mão
E não pediu mais nada em troca
Pense bem
Pois é um dia especial
Eu sei que não é sempre que a gente encontra
Alguém que faça bem e nos leve desse temporal
O amor é maior que tudo
Do que todos até a dor se vai
Quando o olhar é natural
Sonhei que as pessoas eram boas
Em um mundo de amor
E acordei nesse mundo marginal
Mas te vejo e sinto
O brilho desse olhar que me acalma
Me traz força pra encarar tudo
Mas te vejo e sinto
O brilho desse olhar que me acalma
Me traz força pra encarar tudo
O amor é maior que tudo, do que todos, até a dor
Se vai quando o olhar é natural
Sonhei que as pessoas eram boas
Em um mundo de amor
E acordei na terceira guerra mundial
Mas te vejo e sinto
O brilho desse olhar que me acalma
Me traz força pra encarar tudo (4x)
E não pediu mais nada em troca
Pense bem
Pois é um dia especial
Eu sei que não é sempre que a gente encontra
Alguém que faça bem e nos leve desse temporal
O amor é maior que tudo
Do que todos até a dor se vai
Quando o olhar é natural
Sonhei que as pessoas eram boas
Em um mundo de amor
E acordei nesse mundo marginal
Mas te vejo e sinto
O brilho desse olhar que me acalma
Me traz força pra encarar tudo
Mas te vejo e sinto
O brilho desse olhar que me acalma
Me traz força pra encarar tudo
O amor é maior que tudo, do que todos, até a dor
Se vai quando o olhar é natural
Sonhei que as pessoas eram boas
Em um mundo de amor
E acordei na terceira guerra mundial
Mas te vejo e sinto
O brilho desse olhar que me acalma
Me traz força pra encarar tudo (4x)
Composição: Duca Leindecker / Cidadão Quem
Fontes:
http://letras.terra.com.br/pouca-vogal/1463802/
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=y18GLZManTM#!
Marcadores:
Música,
Reflexões do cotidiano,
Relacionamento
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Il Divo
Da esquerda para a direita, Sébastien Izambard, Carlos Marín, David Miller and Urs Bühler.
O francês Sébastien Izambard (voz popular);
O espanhol Carlos Marín (barítono lírico);
O norte-americano David Miller (tenor lírico);
E o suíço Urs Bühler (tenor dramático).
Há um tempo atrás um colega de trabalho, músico, apresentou-me o grupo Il Divo com a canção "Amazing Grace".
Hoje recebi do mesmo amigo no facebook o link para a música "Hallelujah" cantada por outro grupo: Kurt Nilsen, Espen Lind, Askil Holm og, Alejandro Fuentes. Ao exibir o vídeo na página do You Tube, encontrei ao lado acesso para a mesma música cantada por Il Divo.
Ambas execuções são belíssimas e seguem abaixo.
Era tudo que eu precisava hoje - arte de primeira linha!
Para isso Deus nos fez, para o belo, para o bom, para o verdadeiro.
Aos olhos mais atentos é perceptível no grupo Il Divo o alto nível técnico vocal, a dramaticidade no olhar, o corpo falando em atitude de respeito e contemplação, e o extremo cuidado com o ponto onde a câmera inevitavelmente focaria...a boca do cantor. Como diria Ronie Von, tudo é impecável.
No outro grupo, uma apresentação mais despojada, mas com grande qualidade vocal também.
http://www.youtube.com/watch?v=T2NEU6Xf7lM
Hallelujah (Aleluya)
Y Un Niño Enfermo Se Curo
Y Hoy No Hay Trabajo En El Bosque Entre La Lluvia
Un Desamparado Se Salvo Por Causa De Una Buena Acción
Y Hoy Nadie Lo Repudia
Aleluya
Aleluya
Aleluya
Aleluya
Aleluya
Un Ateo Que Consiguió Creer,
Y Un Hambriento Hoy Tiene De Comer,
Y Hoy Donaron A Una Iglesia Una Fortuna
Que La Guerra Pronto Se Acabara,
Que En El Mundo Al Fin Reinara La Paz
Que No Habra Miseria Alguna
Aleluya
Aleluya
Aleluya
Aleluya
Aleluya
Porque La Norma Sea El Amor
Y No Gobierne La Corrupción
Sino Lo Bueno Y Lo Mejor Del Alma Pura
Porque Dios Nos Proteja De Un Mal Final
Porque Un Dia Podamos Escarmentar
Porque Acaben Con Tanta Furia
Aleluya
Aleluya
Aleluya
Aleluya
Aleluya
Aleluya
Aleluia
Aleluia
Um soldado para casa voltou
Um garoto doente se curouE não há trabalho no bosque sob a chuva
Um desamparado se salvo por causa de uma boa ação
E hoje ninguém o repudia
Aleluia
AleluiaAleluia
Aleluia
Aleluia
Um ateu que começou a crer
Um faminto hoje tem o que comer
E doaram a uma Igreja uma fortuna
A guerra logo se acabará
E no mundo enfim reinará a paz
E não haverá miséria alguma.
Aleluia
Aleluia
Aleluia
Aleluia
Aleluia
Por que a norma será o amor
E não governe a corrupção
Senão o bom e o melhor da alma pura
Que Deus nos proteja de um triste fim
E que um dia possamos nos compreender
E que acabem com tanto ódio
Aleluia
Aleluia
AleluiaAleluia
Aleluia
Aleluia
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Il_Divo
http://letras.terra.com.br/il-divo/1364503/traducao.html
http://www.youtube.com/watch?v=VzB8xC_CwH8&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=T2NEU6Xf7lM
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